
Israel, Argentina e Estados Unidos votaram contra uma resolução da Organização das Nações Unidas (ONU) que classifica a escravidão de africanos como o crime mais grave da história da humanidade. Enquanto a União Europeia se absteve, a União Africana continua buscando uma reparação histórica. O que isso significa na prática? Se a escravização de africanos foi classificada de tal forma pela ONU, por que a discussão sobre compensações ainda encontra tanta resistência? O reconhecimento formal desse crime pela comunidade internacional pode atribuir novas responsabilizações jurídicas e financeiras às antigas potências coloniais? Para entender o tema, conversamos com André Frota, professor de relações internacionais e geociências do Centro Universitário Internacional Uninter; e Patrícia Teixeira, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.