
A Petrobras colocou o golfo do México no topo de sua agenda de investimentos, enquanto a Venezuela permanece como uma opção complexa por causa de sanções e riscos operacionais — barreiras que limitam sua competitividade, apesar de suas enormes reservas. O movimento revela uma disputa crescente por liderança no setor de petróleo na América Latina? Quem vai comandar a próxima fronteira energética da região? Para comentar o tema, recebemos Marcelo Simas, professor de geopolítica das energias na Fundação Getulio Vargas (FGV), na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), ex-executivo da Petrobras e mentor de negócios em energia. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.