
Spoiler: a resposta não é simples, só a conta (BADUMPSHHH). Segundo o CEO e cofundador da Conta Simples, o caminho até a parruda rodada de R$ 200 milhões que captou em janeiro deste ano foi árduo. Nos dois anos que separaram a série A de R$ 121 milhões liderada pela JAM (de Justin Mateen) e Valor Capital, até a série B com a Base10 e outros investidores, a Conta Simples teve que "se virar nos trinta". Em anos de seca para o venture capital, a empresa se reorganizou internamente, teve que fazer cortes, mas fechou 2023 no breakeven, abrindo a avenida para novos planos de crescimento - e também para uma nova injeção de fundos para impulsionar estes objetivos. Para falar mais sobre a trajetória da fintech até este ponto, e seus planos daqui pra frente, Rodrigo Tognini é o convidado do MVP desta semana. É só dar o play e conferir. O MVP tem novos episódios toda quarta-feira. Siga a gente no YouTube, Spotify e em outras plataformas de áudio para receber uma notificação sempre que um episódio novo for publicado. Cadastre-se na nossa newsletter e receba todo dia, às 7h30, uma companhia perfeito para o seu primeiro café do dia.