
Quando se ouve falar em creatina, os ganhos de força e massa muscular vêm automaticamente ao de cima. E isto porque muita da investigação ao longo das últimas quatro décadas se tem debruçado sobre estes resultados, que são, aliás, os que mais provas sólidas têm. No entanto, começa-se atualmente a entender uma complexa e interessante relação entre creatina e cérebro, nomeadamente em condições como depressão, Alzheimer, Parkinson, ou até mesmo na possibilidade de atuar enquanto potenciador da capacidade cognitiva. Bibliografia https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9402187/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35334887/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37968687/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29704637/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34972654/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28079396/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24290771/ https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S030439401000649X https://abdn.elsevierpure.com/en/publications/cognitive-effects-of-creatine-ethyl-ester-supplementation https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34697970/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32066709/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31450809/