
Quinze minutos depois me achava pela segunda vez em minha vida rodando pela rua Esquiú: íamos tio Kurt, eu e os Cães Daivas. “É preciso levá-los pela dúvida que talvez seja uma cilada”, me explicou, “mas esses demônios são orgulhosos e supõe que jamais vão falhar em um golpe; é possível que já estejam em Chang Shambalá; ou cumprindo outra de suas missões macabras”.