
Encontrava-me sentado no sofá da sala, cochilando. Havia ingerido 3 mg de um tranqüilizante e tinha o sistema nervoso bastante sedado. Eram dez da noite e entre sonhos ouvia tio Kurt falar em árabe e alemão. Mas não se tratava de um sonho: os sons eram de tio Kurt solicitando uma chamada internacional e recém acabavam de efetuá-la. Minutos depois chegava até mim e me sacudia sem contemplações.