
A semana começa com uma nova rodada de pressão sobre as ações de inteligência artificial. Apple (receita de US$ 114,5 bi) e Palantir (receita +96%) superaram o consenso, mas a Nasdaq caiu 1,07% e o S&P 500, 0,51%. O catalisador foi a Oracle: captação de US$ 20 bi, metade em ações vendidas com desconto de 11% e metade em dívida a até 8,65% — a ação caiu 8,8%. Na Ásia, Coreia e Japão recuaram mais de 4%; o PBOC elevou o compulsório sobre depósitos em moeda estrangeira de 4% para 6% para conter o yuan; o RBA levou o juro australiano a 4,85%, maior nível desde 2008, em votação dividida (6–3). Nos EUA, último dia de votação das midterms. No Brasil, o artigo “Eu acuso”, de André Lara Resende, e a busca do governo por nomes heterodoxos para o Copom reabrem o debate sobre a Selic — com o câmbio como primeira variável de ajuste. Copom decide amanhã; desemprego americano na sexta. O conteúdo tem caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Timestamps 00:00 Abertura: volta do feriado, balanços e Marvell–Lumentum 00:35 Nasdaq cai 1,07% apesar dos resultados 01:00 Oracle capta US$ 20 bi e cai quase 9% 01:30 Apple: US$ 114,5 bi e margem pressionada pela memória 02:30 Palantir: +96% e o discurso de Karp 03:40 Ásia: Coreia e Japão caem mais de 4% 04:05 China: PBOC eleva compulsório para conter o yuan 05:05 Austrália: RBA a 4,85% e a inflação de energia 06:05 Midterms: o que está em jogo hoje 08:10 Correção: Nasdaq −10%, CAPE Shiller e margens 09:45 Brasil: o artigo “Eu acuso” e o Copom 12:20 Câmbio e carteira dolarizada 13:30 Copom amanhã e dólar na abertura 14:20 Balanços do dia e por que a correção é saudável 15:40 Agenda e encerramento #PanoramaDoMercado #Apple #Palantir #Oracle #Nasdaq #InteligenciaArtificial #Midterms #Copom #Selic #Dolar #RBA #China #MercadoFinanceiro #Investimentos #Economia