
Pressão de Trump sobre a OTAN: O ex-presidente Trump (em campanha ou mandato, conforme o contexto de 2026) solicitou que países europeus, como França, Reino Unido e Alemanha, ajudem a liberar o Estreito de Ormuz, criticando a neutralidade desses países no conflito. Estratégia Iraniana: O Irã busca prolongar o conflito para gerar pressão política interna sobre o governo dos EUA, especialmente devido às eleições de meio de mandato (midterms). Bloqueio Naval: O Irã conseguiu, de forma econômica, inviabilizar o tráfego de navios no Estreito de Ormuz usando minas e ataques pontuais, o que gerou um déficit estimado de 12 milhões de barris de petróleo por dia. Preço do Petróleo: O barril atingiu os 106 dólares, estabilizando-se depois em torno de 103 dólares. Derivados: Produtos como diesel e combustível de aviação sofrem altas ainda mais expressivas que o petróleo bruto. Impacto na Ásia: Países como Coreia do Sul e Índia estão muito preocupados. A Coreia do Sul, inclusive, questiona a proteção militar dos EUA após a movimentação de sistemas antimísseis americanos da região. Europa: O Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra enfrentam pressões inflacionárias devido ao custo da energia, reduzindo as expectativas de cortes de juros e abrindo possibilidade para novos aumentos. EUA (Fed): O mercado agora precifica apenas um corte de juros para o ano, em contraste com a previsão de três cortes feita no início de 2026. Japão: O Banco do Japão (BoJ) deve manter a taxa em 0,75%, mantendo juros reais negativos, enquanto o Iene sofre depreciação perante o dólar. Intervenção do Tesouro: O Tesouro Nacional interveio no mercado comprando títulos prefixados e indexados à inflação (NTN-Bs) para conter a alta descontrolada da curva de juros e o sell-off de fundos multimercado. Copom: Há uma divisão no mercado entre um corte de 0,25 ou 0,50 ponto percentual na Selic, com um tom possivelmente mais rígido (hawkish) na ata. BRB: Uma decisão judicial impediu o governo do Distrito Federal de usar imóveis estatais para capitalizar o Banco de Brasília (BRB). Alocação: Grandes investidores mantêm foco em empresas de Tecnologia e Inteligência Artificial (IA) que geram caixa. Eficiência e IA: Citou-se que a Meta está reduzindo 20% de sua força de trabalho para substituição por IA. Proteção: Institucionais buscam proteção através de derivativos em energia, dólar e títulos americanos (Treasuries) prevendo um cenário de estagflação.