
Conflito no Oriente Médio: Persiste o bloqueio naval norte-americano no Estreito de Ormuz, com impacto no fluxo de cerca de 10 milhões de barris de petróleo por dia. Acordo de Cessar-fogo: Há notícias positivas sobre um possível cessar-fogo entre israelenses e o Hezbollah no sul do Líbano. Máximas Históricas: Apesar dos conflitos, as bolsas americanas (S&P 500 e Nasdaq) atingiram recordes. Fluxo de Capital: Grande entrada de recursos em fundos de ações, especialmente nos EUA ($21 bilhões) e na Europa ($9 bilhões). Concentração em Big Techs: O orador destaca a importância da exposição a gigantes como Microsoft, Amazon e NVidia. Alocação Tática: Crítica a especialistas que recomendaram reduzir a exposição a risco (risk-off) recentemente, perdendo a rápida alta das últimas três semanas. Petróleo: O Brent ronda os $95, gerando preocupação nos Bancos Centrais sobre a inflação e a manutenção de juros elevados. Bancos Centrais: Expectativa de que o Banco Central Europeu precise elevar os juros, contrariando as projeções iniciais da autoridade monetária. Ásia: Saída de capital ($2 bilhões) devido à dependência da importação de petróleo. China: Crescimento do PIB de 5% no primeiro trimestre, mas com fraqueza persistente no mercado imobiliário (queda de 11% nos investimentos). Europa: Ambiente de possível estagflação. Netflix: Queda nas ações devido a um guidance (projeções) desanimador e à saída de Reed Hastings do conselho. Adobe: Vulnerável às ameaças da Inteligência Artificial, com queda acumulada de 60% desde janeiro de 2024. Microsoft: Forte desempenho, com alta de quase 18% em três semanas. Berkshire Hathaway: Desempenho aquém do esperado no ano, com muito caixa e poucas alocações contundentes. Política Monetária: Banco Central mais rigoroso (hawkish) devido à inflação e força da economia acima do esperado. Indicadores: IBC-Br de fevereiro veio forte (alta de 1,9% em 12 meses). Questão Fiscal: Estratégia fracassada de arrecadação com taxação de dividendos (apenas R$ 156 milhões arrecadados frente à meta de R$ 30 bilhões). Endividamento: Curva de juros brasileira elevada (13,70% para 10 anos), dificultando o levantamento de capital pelas empresas e aumentando as recuperações judiciais.