
Ataques e Lideranças: O exército israelense realizou ataques aéreos que supostamente eliminaram lideranças iranianas, incluindo o Ministro da Inteligência e Ali Larijani, membro do Conselho de Segurança. Objetivo de Israel: A estratégia visa criar instabilidade no regime iraniano para incentivar uma insurgência popular. Resposta do Irã: O governo iraniano minimiza as perdas, afirmando que sua estrutura é impessoal e não depende de figuras centrais. Alianças Internacionais: A Ucrânia tem auxiliado na interceptação de drones iranianos (buscando apoio dos EUA), enquanto a Rússia compartilha inteligência com o Irã. Impacto no Petróleo: O Irã tem atacado infraestruturas de petróleo em países como Qatar, Bahrein e Arábia Saudita para gerar instabilidade econômica global. Sentimento de Risk-off: O mercado opera em modo de aversão ao risco, com investidores buscando proteção em caixa e ativos seguros. Correção do S&P 500: O índice atingiu 7.000 pontos e sofreu uma correção de quase 5% devido às incertezas do conflito. Ativos de Proteção: Houve aumento na compra de Treasuries americanos (títulos da dívida), ouro e dólar. Realocação: Menor exposição a Small Caps e ações de crescimento (growth), priorizando empresas geradoras de fluxo de caixa. EUA (Fed): Expectativa de manutenção da taxa de juros, com atenção especial ao discurso de Jerome Powell sobre inflação e desemprego, além dos Dot Plots (projeções de juros). Brasil (Copom): O mercado revisou a expectativa de corte da Selic de 50 para 25 basis points devido ao cenário externo. Austrália (RBA): Elevou os juros pela segunda vez consecutiva (para 4,10%), citando uma inflação de serviços persistente. Itália: Menção a um referendo sobre a reestruturação do sistema judiciário. Empresas: Comentários sobre processos de recuperação extrajudicial.