
Conflito no Irã: Discussão sobre possíveis incursões terrestres dos EUA em Karg Island e as declarações de Trump sobre apreensão de petróleo e urânio. Petróleo (Brent): O mercado precifica o barril na faixa de 105 a 107 dólares, com previsões de queda para 83-85 dólares até o fim do ano. Indicadores dos EUA: Expectativa pela fala de Powell e dados do Payroll (emprego) na sexta-feira. O índice S&P 500 aproxima-se de um território de correção. Europa e Ásia: Estagnação na Europa com risco de estagflação. No Japão, o índice Nikkei apresenta alta, apesar da correção acumulada de 15% desde o topo. China: Estabilização industrial e processos de deflação persistentes. Inflação: Projeções de 4,10% para 2026 e 3,80% para 2027. O setor de alimentos continua com inflação alta. Taxa Selic: Estimativas do mercado para o fim de 2026 em 11,75% e 10% para 2027. Ibovespa: O índice acumula alta de 13% em 2026, mas o locutor mantém cautela quanto a novas exposições. Proteções (Hedges): Uso de opções de compra (calls) de petróleo e travas de baixa no S&P. Alocação: Aumento de exposição ao setor militar/bélico (via ETFs) e investimentos pontuais em tecnologia na China e nos EUA (Nvidia, Google e Meta citadas como tendo corrigido bem). Renda Fixa: Recomendação de olhar para as NTN-Bs (títulos atrelados ao IPCA) na parte intermediária da curva de juros.