
Geopolítica e Commodities Confronto no Oriente Médio: Relato de troca de tiros entre as marinhas dos EUA e do Irã no Estreito de Ormuz, resultando em um cessar-fogo considerado extremamente frágil. Preço do Petróleo: Devido às tensões, o petróleo opera em alta, com o Brent a US$ 112 e o WTI a US$ 113 o barril no mercado spot. Há preocupação com a inflação e a desaceleração global caso o conflito se prolongue. Rússia: Informações do Financial Times indicam que o presidente Putin estaria vivendo em bunkers devido ao risco de ataques de drones e tentativas de assassinato. Resultados da Palantir: A empresa apresentou um crescimento de receita de 85% ano contra ano, com a receita nos EUA saltando 104%, impulsionada pela inteligência artificial. S&P 500: O Goldman Sachs projetou o índice em 7.600 pontos para o final do ano (atualmente em 7.200). Nota-se, porém, que os ganhos estão concentrados em poucas empresas de tecnologia e IA. Taxa de Juros: A expectativa é que o Fed mantenha os juros altos, sem cortes ao longo do ano, dado o vigor do mercado de trabalho e os dados de emprego (JOLTS e Payroll). Europa: Segue em clima de estagnação com risco inflacionário, embora bancos como BNP Paribas e SocGen tenham reportado lucros. Ásia/China: Foco na tentativa de migrar a grande poupança das famílias chinesas do setor imobiliário para o mercado de capitais, enfrentando a resistência da volatilidade. Boletim Focus: As projeções para a inflação no fim do ano subiram para 4,89%. O câmbio projetado é de R$ 5,25 e a Selic terminal para 2026 foi elevada para 13%. Programa Desenrola: O governo lançou uma nova fase do programa para refinanciar dívidas de brasileiros com renda de até R$ 8 mil, incluindo agora micro e pequenas empresas e produtores rurais. Setor Bancário: Observa-se pessimismo com os grandes bancos (Santander, Banco do Brasil, Itaú) devido ao aumento da inadimplência e à forte concorrência das fintechs, o que tem pressionado o valor das ações.