
O FOMC manteve os juros em 3,50%–3,75% por 9 votos a 3 — e o mais importante não foi a decisão, foi o método: Kevin Warsh rompe com o paradigma de Bernanke, Yellen e Powell, elimina o forward guidance e conduz a política monetária à la Greenspan. Sem sinalização, o mercado passa a ler a curva — e a curva fala: o Treasury de 30 anos bateu 5,20%, com term premium crescente, juro real em alta e o Nasdaq em território de correção. Na ponta curta, os vértices cedem e o mercado reprecifica o Fed para setembro. Na temporada de resultados, reações opostas: a Microsoft entregou receita de US$ 90 bi (+18%), Azure crescendo 43%, 30 milhões de assinaturas pagas do Copilot e backlog superior a US$ 600 bi — financiando o capex com a própria geração de caixa. Ação +8% no after hours. Já a Meta frustrou o lucro em 13,8%, elevou o guidance de capex para US$ 130–145 bi e viu o fluxo de caixa livre despencar 91% — além da joint venture de US$ 14 bi com a BlackRock para tirar depreciação do balanço. Ação −8%. Conteúdo de caráter informativo e opinativo. Não constitui recomendação de investimento. Capítulos (estimados — ajuste no corte final): 0:00 Abertura — o dia mais importante do mês 0:45 Decisão do FOMC: 9×3 e o fim do forward guidance 3:30 Coletiva de Warsh: meta de 2%, sem SEP, capex de IA no radar 6:00 A curva fala: 30Y a 5,20%, term premium e Nasdaq em correção 8:30 DXY, dólar e os efeitos no Brasil 9:30 Microsoft: Azure +43%, caixa financia o capex 12:00 Meta: capex de US$ 130–145 bi e FCF −91% 14:30 Encerramento #PanoramaDoMercado #Fed #FOMC #KevinWarsh #JurosAmericanos #Treasury #Microsoft #Meta #Azure #Nasdaq #MercadoFinanceiro #Investimentos #Macroeconomia #BolsaDeValores #Earnings