
Dia de divergência: Nasdaq em recorde, Treasury de 10 anos abaixo de 5% e Brent abaixo de US$ 100 após a retomada do oleoduto Leste-Oeste saudita. Mas a amplitude segue fraca (cerca de 34% do S&P acima da média de 50 dias) e o mercado de crédito ficou mais seletivo: apetite continua, porém com spread maior — quem tem balanço sobe, quem é alavancado recorre a emissões de ações e covenants. Barkin reforça a porta aberta para nova alta do Fed em outubro. Cúpula Trump–Xi na quinta: tarifas, soja e terras raras na mesa. China com varejo fraco, desemprego em 5,3% e Alibaba sob escrutínio. No Brasil, a ata do Copom pesa mais pelo que deixou de dizer: projeções de IPCA elevadas para 5,2% (2026) e 3,9% (2027), câmbio a 5,15 e o sumiço da expressão "paciência" — sinal de pausa no ciclo de cortes. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento. Timestamps 00:00 Abertura: Nasdaq em recorde, Treasury abaixo de 5%, Brent abaixo de US$ 100 00:30 Crédito mais seletivo: spreads, emissões ATM e covenants 02:00 Quem financia o capex de IA: Meta, modelos chineses e "token maxing" 04:15 Fed: Barkin, PCE acima de 3% e choques de oferta 05:35 Recorde com amplitude fraca: semicondutores, VIX e P/L de 19,5–20x 07:05 Cúpula Trump–Xi: tarifas, soja e terras raras 08:35 Petróleo: oleoduto Leste-Oeste e Yanbu de volta 09:25 China: crédito, yuan, Alibaba, varejo e desemprego 10:55 Brasil: ata do Copom, Focus, fiscal e fluxo estrangeiro 13:10 Encerramento #Copom #Selic #IPCA #Petróleo #Brent #Nasdaq #Fed #Treasury #TrumpXi #China #MercadoFinanceiro #Investimentos #Macroeconomia #Bolsa #Ibovespa