
O mercado internacional do algodão ensaiou uma recuperação expressiva na Bolsa de Nova York, impulsionado pela consolidação de projeções que indicam um déficit superior a um milhão de toneladas nos estoques mundiais para o novo ciclo. Os problemas climáticos ameaçam a produtividade das safras nos Estados Unidos e na Índia, sendo esse outro fator que mexeu com as cotações. Lício Pena, diretor-executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA) , também chama a atenção para o fim dos leilões estatais na China, que podem abrir espaço para importações. Com isso, o Brasil se posiciona como protagonista estratégico ao assegurar uma oferta competitiva e volumosa para suprir a demanda global.