
O mercado de proteínas animais no Brasil opera em ritmo aquecido e com perspectivas positivas nas cotações e nos embarques internacionais. Com o boi gordo ganhando força no mercado interno e na B3, mirando patamares que podem se aproximar dos R$ 400, o setor de aves segue batendo recordes históricos de exportação. Já a suinocultura brasileira consolida seu avanço para assumir o posto de segunda maior exportadora mundial. Vlamir Brandalizze faz um balanço das cotações das principais proteínas brasileiras, as margens dos produtores e o desempenho das exportações de carnes. A produção de leite segue crescendo no Brasil, mas as importações ainda representam uma boa fatia do mercado. A avaliação é da Associação das Pequenas e Médias Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Apil). Para a entidade, a entrada de produtos da Argentina e do Uruguai, com custos inferiores aos da produção gaúcha, mantém a pressão sobre o mercado e afeta principalmente pequenas e médias empresas, que concorrem diretamente com os importados no ponto de venda.