
O mercado do café ensaia, no fim de setembro, um movimento de recuperação técnica após dias de correção, impulsionado pela queda nos estoques certificados e pela valorização do dólar frente ao real. Além da atualização da Conab apontando safra recorde de 67 milhões de sacas, os cafeicultores acompanham com atenção as projeções climáticas para a primavera e o verão no Cerrado Mineiro. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, traz a leitura detalhada dos gráficos, os pontos de suporte e as projeções para as cotações em Nova York.O mercado do café ganha novos contornos nesta semana com a atualização da Conab, que elevou a estimativa da safra brasileira de 2026 para um volume recorde de 67,6 milhões de sacas — puxado pelo avanço expressivo do arábica —, ao mesmo tempo em que a ABIC confirma a recuperação do consumo doméstico com alta de quase 5% nas vendas do varejo. Joãozinho Grafista destaca que o foco do momento é a desvalorização do real favorecendo os embarques, a queda nos estoques certificados e o regime de chuvas na primavera.