
O mercado do trigo segue em forte valorização global, sustentado por quebras de safra nos Estados Unidos e na Europa, além das restrições de exportação na Rússia diante das tensões geopolíticas. No Brasil, com o clima adverso castigando as lavouras do Sul e reduzindo a produção nacional, Vlamir Brandalizze projeta que o país deve elevar as importações a custos mais altos, abrindo oportunidades para quem colher trigo de qualidade. Diante de um consumo aquecido e estoques pontuais, as cotações do arroz ganham sustentação no campo e nas prateleiras dos supermercados. Enquanto o produtor aproveita as altas para capitalizar o início do plantio, o recuo estimado na área plantada pelo IRGA e o cenário no Paraguai trazem novos rumos para o mercado da casca. Vlamir Brandalizze avalia, a partir de agora, os preços e tendências para o cereal. A reta final da colheita do feijão nos estados centrais coincide com um momento de reaquecimento da demanda e preços firmes no mercado físico. Com o carioca nobre sustentando cotações em torno de 300 reais a saca e o feijão preto ganhando fôlego, Vlamir Brandalizze destaca que o momento é de empacotadores e varejistas voltando às compras para repor estoques no início do mês.