
Com oferta restrita nas principais regiões produtoras e demanda firme dos empacotadores, o mercado de feijão carioca rompeu a barreira dos R$ 300, alcançando até R$ 310 a saca. No feijão preto e nas variedades especiais, Marcelo Lüders, presidente do IBRAFE, comenta que a baixa disponibilidade também sustenta cotações firmes e valorizações graduais. A primeira safra de feijão enfrenta um cenário desafiador com a ameaça do El Niño, falta de crédito e a menor área plantada da história recente no Paraná. Diante do alto risco climático e fitossanitário, Marcelo Lüders alerta para uma oferta ainda mais restrita nos primeiros meses do próximo ano, exigindo cautela e estratégia dos produtores na tomada de decisão