
O mercado do feijão atravessa um momento de forte tensão e valorização acentuada, impulsionado pelas perdas severas causadas pelas geadas no Paraná. Com as safras de feijão carioca e preto seriamente comprometidas, o produtor já mira o patamar dos R$500 por saca para as variedades nobres, enquanto o mercado nominal registra altas que superam os 10% em diversas praças. Diante de uma estimativa de produção nacional que pode não suprir a demanda de 3 milhões de toneladas, Vlamir Brandalizze comenta que o setor volta as atenções para o desempenho da safra argentina e o potencial do feijão irrigado no segundo semestre.