
O mercado de feijão encerra o mês de maio vivendo um momento de forte queda de braço entre a produção e o varejo, após uma arrancada expressiva nas cotações. Com a oferta severamente limitada pelas geadas no Paraná, o feijão carioca de alta qualidade chegou a testar patamares nominais de R$500 a saca, mas o ritmo de negócios começou a 'patinar' diante da resistência dos supermercados. Vlamir Brandalizze traz uma curiosidade: o grão nobre passou a competir em preço com frango e ovos nas gôndolas, forçando empacotadores a recuarem nas compras enquanto aguardam a resposta do consumidor final.