
O mercado do milho vive um momento de sustentação nos preços, impulsionado por fundamentos positivos tanto no cenário internacional quanto no doméstico. A possível redução da área de plantio nos Estados Unidos, somada à alta do petróleo — que favorece a demanda por etanol —, dá suporte às cotações. No Brasil as incertezas sobre o tamanho da safrinha e o atraso no plantio reforçam o viés de alta. Com produtores mais retidos nas vendas e uma demanda aquecida, Vlamir Brandalizze ressalta que o mercado segue comprador.