
O Brasil está passando por uma transformação interessante. Ele está virando um país chatinho, mas permanece desigual e miserável. Enquanto isso, os países da Europa Ocidental, apesar de também serem chatinhos, pelo menos ficaram ricos. Um belo exemplo disso foi a Copa do Mundo que acabou nesse último domingo com a vitória da Argentina. Os jogadores brasileiros, apesar de psicologicamente instáveis, já se consideravam hexacampeões, davam muita risada e consideravam o Brasil a pátria do futebol. Mas a verdade é que, há muito tempo, nossa Seleção não joga mais bola. As dancinhas a cada comemoração de gol, além de serem um pouco humilhantes para o adversário, já transmitem a mensagem de que os convocados para jogar a Copa não estavam nem aí. Os jogadores da Seleção, portanto, são chatinhos. Assim como muitos torcedores, que politizando o torneio, passaram a torcer contra Neymar por conta do próprio ter declarado voto a Bolsonaro na última eleição. Contudo, a chatice brasileira consegue ir além, principalmente quando falamos de política. CITAÇÕES: Neymar Júnior (1992) - futebolista brasileiro que atua como atacante pelo Paris Saint-Germain e pela Seleção Brasileira. Jair Bolsonaro (1955) - militar reformado e político brasileiro filiado ao PL que exerce atualmente o cargo de 38° presidente do Brasil desde o dia 1° de janeiro de 2019, com previsão de término para o dia 1° de janeiro de 2023. Luiz Inácio Lula da Silva (1945) - ex-sindicalista, ex-metalúrgico e político brasileiro filiado ao PT que exerceu o cargo de 35° presidente do Brasil entre os anos de 2003 e 2010, e que exercerá o cargo de 39° presidente do Brasil a partir do dia 1° de janeiro de 2023. Marina Silva (1958) - historiadora, ambientalista e política brasileira filiada à Rede Sustentabilidade (REDE). Já exerceu os cargos de senadora pelo Acre entre os anos de 1995 e 2011, além de ter atuado como Ministra do Meio Ambiente entre 2003 e 2008, mais precisamente durante o primeiro e o segundo mandato do Governo Lula.