
Nesta edição de "Retrabalho", os comentaristas Alberto Nemer e Cássio Moro debatem os limites da gestão do tempo de trabalho do funcionário por parte do empregador. Na busca por otimizar a performance dos colaboradores, os gestores podem monitorar o tempo que os trabalhadores levam para ir ao banheiro, tomar um café ou realizar uma pausa ao longo do expediente? A discussão ocorre em um momento crucial para a legislação trabalhista. Isso porque o Tribunal Superior do Trabalho (TST) irá decidir se vincular prêmios de produtividade - por meio do Programa de Incentivo Variável (PIV) - ao controle de idas dos empregados ao banheiro pode ser considerado dano moral presumido. Ou seja, se as pausas para necessidades básicas podem reduzir o valor da bonificação. A decisão do órgão, diante do caso, pode estabelecer novos limites sobre o que é considerado controle excessivo dos gestores. Ouça a conversa completa!