
O “quiet quitting“, ou em português “demissão silenciosa”, é uma tendência que consiste em, simplesmente, fazer o mínimo que é esperado da sua função no trabalho. Ela ganhou força e espaço por meio do TikTok e Twitter e vem repercutindo, principalmente, entre os jovens, a chamada geração "Z". Especialistas explicam que, de forma geral, trata-se de uma situação em que o trabalhador passa a se dedicar menos ao trabalho, deixando de lado suas ambições profissionais e cumprindo suas obrigações dentro do mínimo necessário. Tema para Alberto Nemer e Cassio Moro, nesta edição do "Retrabalho". Em destaque, as consequências jurídicas que esse tipo de comportamento pode trazer ao empregado. Será que empresas podem considerar a prática "desleixo"? O "desinteresse" constante na prestação de serviços pode levar a penalidades? E se a redução de performance for praticada com o intuito de provocar uma dispensa sem justa causa? Os comentaristas analisam.