
Encontram-se fora dos holofotes de maior mediatismo mas possuem um potencial assinalável de afirmação e crescimento - pela altitude e solos que lhe conferem têmpera, pela aptidão natural para a viticultura orgânica, pela preservação notável de vinhas velhas e castas autóctones, pela possibilidade de obterem vinhos de carácter. O que une e separa a Beira Interior e Trás-os-Montes, denominações em territórios de baixa densidade populacional mas de uma riqueza paisagística, patrimonial e cultural assinaláveis. Os grandes desafios em conversa com Ana Alves (presidente da Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes) e Rodolfo Queirós (presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior).