
Em 1972, a revista Time estampou em sua capa a "pílula da felicidade": o Prozac. A partir da década de 70, as medicações psiquiátricas se popularizaram, assumindo diferentes conotações. Para alguns, representavam a salvação, um "remedinho na bolsa" para os males da mente. Para outros, despertavam o medo do vício e do estigma da consulta psiquiátrica. Essa falta de conhecimento sobre o funcionamento desses medicamentos gerou um terreno fértil para a proliferação de fake news e pseudociências. Frases como "tenho medo de ficar dependente" ou "tenho receio dos efeitos adversos" tornaram-se frequentes. Hoje, sabemos que as medicações psiquiátricas além de seguras podem inclusive atuar na prevenção de transtornos mentais, promovendo qualidade de vida. Mas, afinal, por que o receio de fazer uso destas medicações ainda persiste? E como como elas atuam no nosso cérebro? Para entender melhor sobre o assunto conversamos com: Neandro de Miranda Graduado em Medicina pela PUC de Campinas, é especialista em Psiquiatria pela Faculdade de ciências médicas da Santa Casa de São Paulo e Pós-Graduando em sexologia pelo CBI of Miami. Nosso convidado possui experiência em emergências psiquiátricas e clínica psiquiátrica ambulatorial e geral. PRODUÇÃO E CONTATOS: Podcast Sessão Marcada – sessaomarcadapodcast@gmail.com Coordenação Geral: Rafael Mendes – mendespsi13@gmail.com Coordenação de Pautas científicas: João Estevam – joaoestevampsi@gmail.com Edição de som e imagem e suporte técnico: Victor Oliveira – victoroliveira.gd@gmail.com