
O Brasil é um país onde já a algum tempo se consome carne de suínos imunocastrados. Também, a castração cirúrgica vem sendo revista pelas autoridades devido ao bem-estar animal, fazendo com que a imunocastração venha sendo amplamente adotada. Essa prática, apesar de uma alternativa tecnológica e inovadora e de ter revolucionado a suinocultura, ainda demanda mão-de-obra treinada e protocolos seguidos à risca. Porém, este não é o mesmo cenário em todo o mundo. Nos EUA, por exemplo, menos de 5% dos machos são imunocastrados. Já na Europa a carne de machos "inteiros" é culturalmente aceita e o sabor e odor é estimado como parte da carne que está sendo consumida. O que muda entre os continentes? O que a lei brasileira diz? E o consumidor, será que aceitaria uma carne com esse "odor sexual"? O que tem de mais recente nas pesquisas nessa área? Nesse episódio, a Dra. Ines Andretta recebeu a Dra. Ana Maria Bridi, professora da Universidade Estadual de Londrina, que respondeu a todas essas perguntas e muito mais! "Existem genéticas que são selecionadas para ter baixo odor sexual e vimos que sim, é possível criar suínos machos não castrados e que esses animais têm um desempenho muito superior aos castrados e imunocastrados, sem o custo da vacina." (00:00) Highlight (1:45) Início do episódio (2:52) Apresentação da convidada (8:23) Abate de suínos não castrados (16:42) Manejo nutricional para reduzir o odor sexual (19:16) E o consumidor? (22:36) Cenário da imunocastração no Brasil (28:05) Imunocastração para fêmeas (30:02) Abate de animais pesados (37:33) Ferramentas para melhorar a qualidade de carne (44:37) Finalização do episódio *Este episódio chega até você através do apoio das empresas: - Ceva - MS Schippers - HIPRA - Biodevas - DSM - Jyga - Alltech