
Você chama “vem com a mamãe”… e alguém vem correndo. Pequeno, peludo, às vezes dramático, quase sempre convencido — mas ocupando um espaço enorme na rotina, no orçamento e nas decisões da casa. Neste episódio, eu parto de uma cena simples com o meu maltês, Theodoro Francisco, para discutir uma mudança muito maior: os pets deixaram de ser coadjuvantes e passaram a ocupar um lugar central na vida — e, claro, no consumo. O que está por trás disso? Menos filhos, novas formas de família, mais gente morando sozinha, mais busca por vínculo e estabilidade emocional. E o mercado? Está correndo atrás. Falamos sobre: – como o pet virou linha fixa do orçamento – por que o consumo mudou de “produto” para “cuidado” – o impacto em turismo, varejo, moradia e trabalho – o papel da Gen Z e da causa animal – as inovações que estão surgindo a partir disso – e para onde esse mercado está indo Mais do que um episódio sobre pets, essa é uma conversa sobre comportamento, afeto e o que acontece quando a forma de viver muda — e o consumo acompanha. Porque, no fim, talvez a pergunta não seja “por que o mercado pet cresce?” Mas sim:o que esse crescimento revela sobre a forma como estamos construindo nossas relações hoje?