
Durante décadas, outros decidiram por nós. A marca dizia o que era desejável. O algoritmo dizia o que era relevante. A publicidade dizia o que era aspiracional. O roteiro social dizia quando era hora de comprar o imóvel, ter filhos, se aposentar.Esse modelo está sendo desmontado silenciosamente, seletivamente, umintermediário de cada vez.Neste episódio, apresento o conceito de Consumidor Editor: alguém que assumiu a curadoria da própria vida e das próprias escolhas e que está demitindo, com critério, todo intermediário que perdeu legitimidade.Com dados da Mintel, Euromonitor, Kantar, Forrester, Edelman, McKinsey, IBM e outros, a gente entende: 1. Quais são os 5 intermediários sendo demitidos e por que cada demissão tem sua própria lógica 2. Quem o consumidor escolheu para substituí-los e com que critérios 3. O que tem de específico nesse movimento no Brasil 4. O que o mercado ainda não entendeu sobre esse consumidor 5. O que muda, de forma concreta, para marcas, estratégia e pessoas que trabalham com consumo E uma provocação que atravessa tudo: a pergunta que importa não é mais como recuperar a atenção do consumidor. É como merecer ser escolhida por alguém que escolhe com critério próprio.