
Em 2022, um engenheiro da Google afirmou que o chatbot em que trabalhava tinha sentimentos. A empresa dispensou-o por violação das regras de confidencialidade e o assunto pareceu arrumado. Não estava. O neurocientista Anil Seth, da Universidade de Sussex, venceu o Prémio de Ensaio Berggruen de 2025 com um texto que põe em causa a ideia de que basta uma máquina tornar-se suficientemente esperta para acordar por dentro. Fica aqui o que retive da leitura, com as dúvidas que ela deixa.