
Onde se analisa o impacto da inteligência artificial generativa no desenvolvimento do pensamento crítico e nos processos de aprendizagem em contexto académico. Especialistas alertam que a automatização de tarefas intelectuais pode eliminar o esforço cognitivo essencial para a retenção de conhecimentos, transformando a tecnologia numa muleta que prejudica o desempenho autónomo dos estudantes. A investigação sugere que esta competência não é uma faculdade genérica, mas sim uma prática que deve ser cultivada através de metodologias específicas dentro de cada disciplina. Para mitigar a erosão das capacidades mentais, propõe-se o desenho de exercícios que exijam justificação e reflexão, garantindo que a IA funcione como um apoio ao raciocínio em vez de um substituto para o pensamento original. Em suma, os textos defendem que a educação deve focar-se em proteger o trabalho intelectual que as máquinas conseguem replicar, mas não substituir verdadeiramente.