
E se a escola fosse um ato de resistência? Há uma expressão no novo livro de Carlos Javier González Serrano que fica a ressoar: "aula insurgente". Não como metáfora vazia, mas como programa. Como posição. Como recusa. González Serrano é professor de Filosofia no ensino secundário em Espanha. Em El aula insurgente (Destino, 2026), parte da sua própria experiência de sala de aula para dissecar o que está a corroer o sistema educativo — e propõe, com alguma coragem intelectual, uma alternativa.