
Na Universidade de Fudan, na China, 51 estudantes fizeram um exame final pouco habitual: em vez de responderem a perguntas, tiveram de criar problemas capazes de levar alguns dos mais avançados modelos de inteligência artificial a errar. A experiência diz-nos bastante mais sobre educação do que sobre quem é mais inteligente — humanos ou máquinas.