
Um guia recente compila vinte e dois referenciais sobre inteligência artificial na educação, servindo como um mapa prático para navegar entre diferentes diretrizes e ferramentas pedagógicas. A compilação distingue abordagens essenciais para professores, que contam com quadros de competências da UNESCO e orientações éticas europeias, e para alunos, promovendo uma transição de simples utilizadores para cidadãos conscientes. Além disso, o documento aborda as responsabilidades das direções escolares face aos novos quadros de literacia e às exigências legais do AI Act europeu. Em vez de seguirem normas rígidas, as escolas são incentivadas a combinar estrategicamente estes recursos para estruturar o ensino da tecnologia. Em suma, os referenciais ajudam a evitar a improvisação, estimulando uma reflexão profunda sobre o papel da inteligência artificial nas salas de aula.