
Que uma economia precisará de crédito sempre que necessário, não há óbice a isso. Mas o crédito se for para estimular o consumo social sem produção interna, não, se o crédito for para estimular investimentos, sim. Ou seja, devemos buscar crédito para incrementar, mais água as indústrias e agricultura, mais energia as indústrias e agricultura, mais melhoria do ambiente de negócio, mais estradas nacionais e internacionais, menos burocracia e mais financiamento ao investimento privado e não público, excepto se este for para estimular o incremento da produção nacional, Nunca financiamento para mais saúde, mais educação, mais habitação, e mais saneamento básico. Porquê? Porque financiando a produção nacional e a melhoria do ambiente de negócio e a simplificação da burocracia, aumentamos o nível de empregabilidade do país, o poder de compra dos cidadãos, aumenta-se o nível de vida dos cidadãos, há mais provimento de bens e serviços, mais habitação por iniciativa privada, mais salários, aumento do nível de exigência e comprometimento com o pais por parte dos cidadãos, e acima de tudo mais recolha de impostos dos agentes econômicos família e empresas por parte do Estado. Que iria ser a base de sustenção, para que haja mais água e energia elétrica para o cidadão, mais escolas e hospitais públicos com qualidade e em quantidade, melhor saneamento básico e melhores serviços públicos de assistência aos cidadãos. No meu entender, a rubrica social deve ser financiada por via de impostos somente e nunca por via de financiamento, a não ser que os projectos sociais sejam autossustentáveis, para pagarem o serviço da dívida contratada. Não caiamos na errônea ideia de que temos potencial econômico suficiente para nos endividar, sem produção interna diversificada e sustentável, estaremos a inviabilizar uma geração que não saberá tornar o potencial em riqueza palpável e mensurável. Na realidade, somos potencialmente ricos e materialmente pobres. A pergunta que não se cala, é, como vamos resolver hoje a situação social sem recursos suficientes? Minha sugestão, privatizemos as empresas públicas rentáveis numa óptica 30/70 estado com 30% e empresa privadas com 70%, pois essas empresas atraem mais Investimentos Estrangeiro ou internos que podem ser realocados em projectos sociais sustentáveis. Privatizemos também as monos do estado em 100% da participação pública, relegando o Estado apenas nas actividades de regulamentação imperiosas como defesa, legislação e controlo); Diminuamos as despesas públicas, fazendo downsize da estrutura governamental e dos gastos com a defesa, encaminhando esses recursos para o sector social. significará mais desemprego público no curto prazo, porém, se financiarmos a economia produtiva hoje, poderá ser uma oportunidade de aumento do emprego mais eficiente “emprego privado”. Egrégios concidadãos, melhoremos efetivamente o ambiente de negócio do país, diminuindo cada vez mais a burocracia administrativa pública, aumentando o crédito a economia e diminuindo as taxas de juros dos créditos, mitigar a níveis quase inexistentes, o cancro do amiguismo, corrupção, compadrio e nepotismo nos concursos públicos. Obrigado! Verdim Pandieira Os crimes da mente