
Enquanto não tivermos as Zonas Econômicas Especiais e os Polos Industriais como projectos de desafios e liderança estratégica Presidencial e sim Ministeriais. Não alcançaremos bons resultados: No doing business; Na taxa de desemprego; Na taxa de câmbio; Na captação de investimento externo; No aumento do nível tecnológico nacional; No aumento da produção nacional; No aumento das exportações; No aumento do nível de financiamento nacional e externo; No aumento formal da base tributária empresária e trabalhista; E nem tanto no fomento do empresariado nacional. Porquê? Porque é nestes macro e estratégicos núcleos, onde todos os indicadores são testados, são melhorados e rapidamente atendem, tanto o programa do executivo, tanto os anseios de emprego, bens e serviços para a população e bem como a atração de investimentos externos amplos e de qualidade. E porquê deve ser Desafio e de liderança Presidencial? Porque só o Presidente da República pode aprovar e tomar o risco de mobilização de grandes verbas para infraestruturação destes macros núcleos estratégicos, e só com a liderança e acompanhamento estratégico exaustivo Presidencial, se podem reduzir ao máximo os desvios de execução por parte dos departamentos ministeriais e aumentar a celeridade de conclusão dos mesmos projectos. Só devemos deixar que os órgão de fiscalização façam a sua parte, na fiscalização dos actos do Presidente e o seu governo. Garanto-vos que estes macros núcleos nunca vão ser extintos, mesmo com a entrada de uma nova liderança no poder, pois a provável tendência sempre será em melhorá-los e nunca extingui-los, porque são a via mais rápida para a materialização dos programas de Governo de qualquer partido eleito. Departamentos Ministeriais não fazem os indicadores funcionarem, mais provável é falsearem o seu melhor funcionamento, mas são a materialização destes Macros núcleos industriais por via Presidencial, que fazem os indicadores acontecerem no seu pleno ou abaixo do seu pleno. Verdim Pandieira Observando da Maquimba