
Nesse episódio vamos refletir sobre a fome, insegurança alimentar, alimentação, cultura e a importância das políticas públicas de alimentação. A antropologia é crucial para discutir e nortear essas políticas. A antropologia contribui para entender a alimentação como um marcador de identidade e para promover políticas públicas que respeitem a cultura e identidade local. Participantes: Claudio Rene Souza e Eduarda Mensch Artigos: Geografia da Fome, Castro, J. 1946. O que faz o brasil, Brasil? Da Matta, R. 1988. Agonia da Fome, de Freitas, MCS. 2003 II Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da COVID-19 no Brasil, relatório final/Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar – PENSSAN. -- São Paulo, SP : Fundação Friedrich Ebert : Rede PENSSAN, 2022. Decentralized food systems and eating in localities: a multi-scale approach. Sistemas alimentares descentralizados e a alimentação nas localidades: uma abordagem multiescalar. De Maluf, R S. 2021. "Pobre não tem hábito alimentar, pobre tem fome": reflexões sobre consumo e políticas públicas. De Machado, C; Menasche, R. 2018. O ato de comer enquanto prática política. De Menasche, R. 2014. Comida e antropologia: uma breve revisão. De Mintz, S. W. 2001.