
Criticando Filmes deste episódio é sobre um dos melhores filmes de Natal para se assistir.. “Duro de Matar” de 1.988. O filme de ação estrelado por Bruce Willis e do diretor John McTiernan (Predador), que só poupa a vida do Papai Noel porque neste prédio não tinha chaminé para ele entrar. Interpretado por Bruce Willis, John McClane é um policial de NY, um cara normal, que na tentativa de salvar seu casamento com a esposa, Holly, vai buscá-la no prédio onde ela trabalha na véspera de Natal, em Los Angeles. Ao chegar ao Nakatomi Plaza, um edifício de 40 andares, a confraternização da empresa é interrompida por um grupo terrorista fortemente armado e pronto para fazer reféns. McClane poderia passar o Natal como qualquer homem na faixa dos 30 anos, ou seja, tomando esculacho da sogra, tomando uma bela invejada do cunhado ou se vestindo de Papai Noel para fazer a alegria da criançada. Mas não …... sem nenhuma outra boa alma para salvar o Natal dos reféns, McClane então, consegue escapar pela escada do andar e precisa sozinho, enfrentar os bandidões e resgatar sua esposa. O policial conta com as orientações e incentivo do Sargento Al Powell da polícia de Los Angeles, que está do lado de fora do prédio. Com lindas sequências explosivas, atos heróicos e muita forçação de barra, “Duro de Matar” ou Die Hard é um dos melhores e mais lembrados filmes do gênero ação. Mas por que é tão bom assim? Bem, vamos do início… o longa é na verdade uma adaptação cinematográfica do livro “Nothing Lasts Forever” de Roderick Thorp. O romance de 1.979 teria sido escrito após o autor sonhar com o enredo. Com algumas diferenças, no livro, o protagonista é Joseph Leland que vai a Los Angeles visitar a filha no edifício que ela reside e acaba se deparando com terroristas que, entre outras pessoas, tem a filha de Leland como refém. Em um contexto geral, o filme bebe da fonte de diversas sequências de ação que estão no livro. Inovador para sua época, o filme de ação tem um roteiro com poucos erros e um argumento sólido que se sustenta. Ao mesmo tempo que McClane quer salvar os reféns, não se importa de praticamente explodir o prédio todo. Embora tenha muitas inimizades dentro do prédio, o policial está construindo uma bela amizade com o sargento Powell. E claro, ao tentar salvar sua esposa e seu casamento, McClane não se importa em deixar várias mulheres viúvas. “Duro de Matar” é forçado sim, mas divertido e com bom humor. As sequências de ação, tiros e explosões estão muito bem dirigidas e filmadas. As personagens são cômicas com naturalidade, um exemplo disso é o chofer Argyle. Interpretada por Bonnie Bedelia, Holly (esposa de McClane) tem bravura e toma a frente se destacando em algumas cenas. O filme tem a jornada do herói bem clara e muito bem cumprida. Retrata toda a tensão claustrofóbica de um cara brigando contra o mundo para salvar a noite de natal, no melhor estilo One man army - ou - exército de um cara só. E o que é pior.. estando sem sapatos! O longa é lembrado por muitos como um dos melhores filmes de natal, mesmo que embora essa sugestão contrarie o ator Bruce Willis. Tem muita ação, efeitos de primeira - filmadas e dirigidas com ótima coreografia. Um bom elenco atuante e argumento conclusivo. “Duro de Matar” é um verdadeiro marco dos filmes no final da década de 1980, com várias doses de humor canastrão e que se mantém vivo em outros filmes, séries, jogos de videogame e presente na cultura pop geral… realmente com o passar dos anos, um filme duro de morrer. O Criticando Filmes de hoje fica por aqui. Eu sou Gui Reali e agradeço a sua audiência… “Yippee-ki-yay motherfucker”