
Ela não era fria. Ela estava com medo de sentir. “Eu terminava… e me sentia aliviada.” Quando você lê isso, dá raiva. Parece frieza. Parece falta de amor. Mas não é tão simples. Segundo a Teoria do Apego de Bowlby, quando a emoção fica intensa demais, o cérebro entra em defesa. E na pessoa evitativa, amar pode parecer que sufoca. Então a pessoa faz o quê? Se afasta. E quando se afasta… vem o alívio. Não porque não sentia. Mas porque sentia demais. Só que tem um problema. Quem está do outro lado não entende isso. Só sente abandono. E dor. E cria uma história: “Eu não fui suficiente.” Mas a verdade não é essa. É por causa dos padrões emocionais. Padrões que vêm de histórias antigas. De vínculos que ensinaram que amar não é seguro. E aqui vem a parte mais importante: Sem consciência desses padrões… você repete os padrões. Mesmo machucando o outro. E se machucando também. E às vezes, a vida dá uma virada. Quem evitava… começa a sentir na pele como é estar do outro lado. E aí entende. Por isso, não é culpar outro. É se responsabilizar pelos seus atos. Na assinatura “Apego Livre – Transforme seu Relacionamento” eu te ensino a identificar seu padrão de apego e sair desse ciclo de sofrimento. Porque amar não precisa doer assim. ✨Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre”, clique no link Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 #Relacionamento #CorpoDeDor #ApegoAnsioso #Limerência #ApegoEvitativo