
A pressão não cedeu com três drogas. O potássio insiste em ficar “meia-boca”. O paciente interna com edema agudo de pulmão hipertensivo. Em que momento você para de ajustar a dose e começa a investigar a causa? Neste episódio do DozeCast, Mateus Prata e William Batah recebem o nefrologista Dr. Paulo Lins, doutor em Nefrologia pela EPM-Unifesp e preceptor da residência de Clínica Médica da Escola Paulista. Ele volta ao canal depois de um dos episódios mais ouvidos do DozeCast sobre hipertensão. Desta vez a conversa vai do consultório à UTI, com o raciocínio de quem ensina a investigar o caso a fundo. Apoio: MEV Brasil, a escola pioneira em Medicina do Estilo de Vida no país.Quer levar a MEV para o seu consultório? No novo MEVClinic você estrutura o seu consultório particular de Medicina do Estilo de Vida, da consulta ao acompanhamento.Conheça o MEVClinic: https://mevclinic.mevbrasil.com.br/dozecast-ep33 ⏱️ Capítulos 00:00 Abertura e apresentação do Dr. Paulo Lins 03:07 Casos emblemáticos: o vasoconstritor nasal que escondia a causa 06:45 Epidemiologia: quando suspeitar de hipertensão secundária 09:09 Hipertensão resistente x refratária 10:11 Principais causas na prática 15:06 Investigação em três níveis: o que pedir em todo hipertenso 17:33 Não controlou com a tripla: renina, aldosterona e apneia 19:46 Doppler ou angiotomografia nas artérias renais? 21:34 Quem investigar: as “bandeiras” clínicas 25:03 Medicamentos que elevam a pressão 27:33 Apneia do sono: STOP-Bang, MAPA e CPAP 32:56 Estenose de artéria renal: ASTRAL, CORAL e quando angioplastar 40:45 Doença renal parenquimatosa 41:51 Coarctação de aorta e displasia fibromuscular 43:12 Hiperaldosteronismo primário: como interpretar renina e aldosterona 48:23 Feocromocitoma: paroxismos, coleta e regra dos 10% 54:48 Síndrome de Cushing 57:17 Acromegalia 58:45 Hiperparatireoidismo primário e o cálcio que sobe com tiazídico 1:01:51 Titulando espironolactona pela renina: espiro x eplerenona 1:04:28 Mensagem final O ponto que pode mudar a sua prática: a espironolactona costuma entrar como “quarta droga” no resistente, mas, segundo o Paulo, isso pode acontecer justamente porque ela trata hiperaldosteronismo que nunca foi diagnosticado. No hiperaldo primário, a dose pode ser titulada pela renina, com o objetivo de torná-la detectável, e a espironolactona levou vantagem sobre a eplerenona na comparação direta. Para quem é este episódio: cardiologistas, clínicos, residentes e quem estuda para o TEC e quer um roteiro prático de investigação. 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios do DozeCast. #DozeCast #HipertensãoSecundária #HipertensãoResistente #HipertensãoArterial #Hiperaldosteronismo #ApneiaDoSono #EstenoseDeArtériaRenal #Feocromocitoma #Nefrologia #Cardiologia #PodcastDeCardiologia #DozePorOito __________________ Receba revisões didáticas de Cardiologia, semanalmente, na DozeNews PRIME — a maneira mais leve e rápida de se manter atualizado(a), através do link https://news.dozeporoito.com/dozecast26. 👉 Assine agora! Desconto EXCLUSIVO para ouvintes do DozeCast através do link!