
João Alves, Coordenador de Gestão de Ativos da Usina Salobo (Vale), com mais de 22 anos de manutenção preditiva entre porto e usina, conta como sua equipe monitora hoje mais de 500 ativos com cerca de 4.400 sensores Dynamox - e revela o desafio que quase virou um problema: como sair de 450 alarmes por tela e não saber por onde começar, para um sistema de gestão de alarmes inspirado na triagem de um hospital, que separa o que é novo, o que é crítico e o que precisa só de acompanhamento. Se inscreva no canal para não perder os próximos episódios do DynaTalks! Sua planta também já enfrentou o problema de ter alarmes demais e não saber quais tratar primeiro? Conta pra gente nos comentários como você organiza isso hoje. Timestamps 00:55 – Boas-vindas e apresentação do convidado 01:30 – Trajetória de João: do Porto de São Luís à Usina Salobo (Vale) 03:17 – Os ativos monitorados: 4.400 sensores em mais de 500 ativos 05:53 – O diferencial Dynamox: uma parceria desde 2016 08:35 – O problema: 450 alarmes por tela e nenhuma prioridade clara 13:17 – E se a tecnologia da Dynamox acabasse hoje? 15:00 – O futuro da manutenção preditiva: IA, dados e o analista 17:50 – Convite para o Summit e mensagem final