
O texto examina a crise dos sete anos no desenvolvimento infantil, um período de transição notável pela perda da espontaneidade e o surgimento de uma diferenciação entre o mundo interior e exterior da criança. A fonte, originalmente uma palestra de Lev Vigotski de 1933-34, destaca como as vivências adquirem sentido e se generalizam, levando à formação da autoestima e a conflitos internos. A discussão também aborda a importância de analisar o ambiente social em relação à criança, e não em termos absolutos, propondo a vivência como uma unidade para estudar a relação dinâmica entre a personalidade e o meio.