
O texto apresenta uma análise crítica da infância moderna baseada no celular, contrastando-a com a infância baseada no brincar. Argumenta que a superproteção no mundo real e a subproteção no mundo virtual contribuíram para o declínio da saúde mental de adolescentes, especialmente meninas, a partir de 2010. O autor discute os prejuízos específicos do uso de redes sociais, videogames e pornografia, e propõe soluções como proibir smartphones nas escolas e incentivar o brincar livre e a independência das crianças para reverter essa tendência.