
O artigo de Adrian John Davis., (2024) analisa se os sistemas de inteligência artificial podem eventualmente substituir professores no ensino superior, concluindo que as máquinas possuem limitações fundamentais. Através de uma revisão da filosofia da mente e de conceitos como o quarto chinês de Searle, o autor argumenta que a tecnologia carece de consciência, subjetividade e empatia autêntica. Embora a IA seja uma ferramenta poderosa para o processamento quantitativo de dados, o texto enfatiza que o ensino de qualidade depende de conexões humanas qualitativas e da capacidade de criar significados. Assim, a educação é apresentada como um campo onde o interface humano-humano permanece insubstituível para o desenvolvimento social e ético dos estudantes. O estudo sugere que devemos abraçar a inovação tecnológica como um suporte pedagógico, sem desvalorizar a dignidade e a singularidade da mente humana.