
O texto fornece um panorama das teorias cognitivas, começando com o Behaviorismo/Condutismo, que se apoia no associacionismo e no empirismo, focando na relação Estímulo-Resposta e rejeitando estados mentais internos. Em seguida, o material explora a crise do Behaviorismo e o surgimento do Neoassociacionismo, uma vertente mais liberal que começa a considerar processos cognitivos, embora mantendo a associação como mecanismo central de aprendizagem. A maior parte do texto é dedicada à Psicologia Cognitiva e ao Processamento de Informação, discutindo suas origens no Simpósio do MIT e as contribuições de figuras como Chomsky, Newell, e Simon, além de influências como Piaget e Vygotsky. Por fim, são apresentadas críticas ao processamento de informação, como sua incapacidade de explicar a consciência, a intencionalidade e a subjetividade dos estados mentais, e o dilema entre o mecanicismo (associacionismo) e o organicismo (construtivismo).