
O artigo científico de Tan e Maravilla explora como a inteligência artificial generativa pode ser integrada ao ensino sem comprometer a integridade acadêmica. Os autores utilizam estruturas éticas tradicionais, como o deontologismo e o consequencialismo, para argumentar que a tecnologia deve promover a honestidade e resultados educacionais positivos. Através da teoria da autodeterminação e do construtivismo, o texto demonstra que ferramentas de IA podem elevar a motivação intrínseca e a construção ativa do conhecimento. A pesquisa sugere uma transição para avaliações autênticas e personalizadas, focadas no pensamento crítico em vez da memorização. Por fim, destaca-se a necessidade de alfabetização digital e políticas institucionais transparentes para que a IA atue como uma aliada no desenvolvimento dos estudantes.