
O texto explora a teoria de Vygotsky sobre o desenvolvimento das funções mentais superiores, enfatizando que a compreensão de seu trabalho requer um reconhecimento das influências históricas e intelectuais de sua época. Ele contrasta a abordagem de Vygotsky com a de Piaget, destacando a preocupação central de Vygotsky em diferenciar as funções mentais "superiores" das mais básicas. A discussão aborda a analogia entre o uso de ferramentas e signos na adaptação humana, e como o método de pesquisa deve ser adequado ao estudo do desenvolvimento cultural do comportamento. Por fim, o texto ressalta que o desenvolvimento cultural é um processo dinâmico de contradição e superação entre formas primitivas e culturais, com a linguagem desempenhando um papel crucial na formação da atenção voluntária e da memória mediada.