
Nesse episódio, Agnaldo Esquincalha fala um pouco sobre os discursos hegemônicos sobre que corpos podem fazer matemática, além de trazer alguns resultados de uma pesquisa realizada com estudantes de licenciatura em matemática nas instituições públicas do Rio de Janeiro sobre suas opiniões a respeito de discussões sobre gêneros e sexualidades perpassando as aulas de matemática. Essa pesquisa foi realizada em 2020 e é discutida com mais detalhes no artigo "O que pensam licenciandos(as) em matemática sobre sua formação para lidar com a diversidade sexual e de gênero em sala de aula?", de Hygor Guse, Tadeu Waise e Agnaldo Esquincalha (2020), e na dissertação "Cenários de Reconhecimento em Contextos de Minorias Sexuais e de Identidades de Gênero na Aula e na Formação Inicial de Docentes de Matemática" (2021) de Tadeu Waise, orientada por Agnaldo Esquincalha. Esse episódio foi gerado a partir da edição do vídeo de uma live realizada na Semana Acadêmica que comemorou os 45 anos do curso de licenciatura em matemática da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e você pode assisti-la no Spotify e no canal do YouTube do MatematiQueer. Para ler o artigo e a dissertação, assim como para assistir a live, acesse linktr.ee/MatematiQueer.