
Cenário Internacional Acordo EUA-Irã: Surgiram notícias de um memorando de entendimento entre os dois países, o que gerou uma guinada nos preços de mercado, com alta nos futuros do S&P 500 e Nasdaq. Papel da China: A Bloomberg destacou a importância da diplomacia chinesa nesse acordo, ressaltando o interesse da China no petróleo iraniano e a reunião agendada entre o Xi Jinping e os EUA em maio. Impacto no Petróleo: A possibilidade de acordo causou uma queda de 10% no preço do petróleo, reduzindo a volatilidade global. Resultados da AMD: A empresa apresentou dados positivos impulsionados pela inteligência artificial, com suas ações subindo cerca de 17-18% no pré-mercado. Isso demonstra a força do setor de semicondutores e a competição com a Nvidia. Mercado de Trabalho nos EUA: Os dados do relatório JOLTS indicam estabilidade nas vagas de emprego. A expectativa agora gira em torno do relatório ADP e do Non-Farm Payroll na sexta-feira. Câmbio: O dólar caiu para R$ 4,91, com alguns gestores projetando valores entre R$ 4,80 e R$ 4,50. Ata do Copom: O documento foi divulgado hoje, mas já é considerado um pouco defasado devido às mudanças rápidas no cenário econômico e na cotação do dólar. Selic e Crédito: A taxa de juros elevada continua impactando famílias e empresas, resultando em um aumento de recuperações judiciais, especialmente entre pequenas e médias empresas. Inflação: A queda do dólar é vista como um fator positivo para conter a pressão inflacionária no Brasil. Exposição Internacional: O palestrante sugere que investidores qualificados aproveitem a janela de oportunidade da queda do dólar para aportes graduais em ativos no exterior. Bolsa Brasileira (Ibovespa): Há otimismo quanto ao fluxo de capital para a bolsa brasileira, com destaque para as Small Caps e Mid Caps que ainda estão descontadas.